Orçamento da União para 2014 é sancionado sem vetos

Orçamento da União para 2014 é sancionado sem vetos

A presidente Dilma Rousseff sancionou sem vetos a Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2014 (Lei 12.952 de 2014). A íntegra do texto, que já havia sido aprovado pelo Congresso Nacional em dezembro, está publicada na edição desta terça-feira (21) do Diário Oficial da União.

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Alívio para o governo na área fiscal em 2013

Alívio para o governo na área fiscal em 2013

Mesmo com o aumento de 5% concedido para quase todos os servidores públicos federais em 2013, a despesa da União com o pagamento de pessoal e encargos sociais neste ano ficará praticamente estabilizada em comparação com o Produto Interno Bruto (PIB). No ano passado, o gasto com o pagamento do funcionalismo atingiu 4,25% do PIB e a previsão é que ele fique em torno de 4,29% do PIB deste ano. Ou seja, a despesa ficará estável e, portanto, não será fonte de pressão sobre os recursos do Tesouro Nacional.

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Gasto público supera níveis do início do governo FHC

Gasto público supera níveis do início do governo FHC

Os gastos do setor público com os salários dos funcionários, custeio de máquina e programas ultrapassaram os níveis registrados no início do governo de Fernando Henrique Cardoso, mostra estudo elaborado pelo economista Fernando Montero, economista-chefe da corretora Convenção.

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Setor público mais produtivo

Setor público mais produtivo

A estabilidade monetária impulsionou o setor público mais do que a iniciativa privada. Embora desde a implantação do Plano Real ambos tenham avançado, no período entre 1995 e 2006 o índice de produtividade da máquina burocrática — União, estados e municípios — bateu o das empresas: 14,7% contra 13,5%. O resultado surpreendente faz parte de um estudo divulgado ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

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Paulo Bernardo comemora novo PIB e diz que Lula ordenou 'euforia comedida'

Paulo Bernardo comemora novo PIB e diz que Lula ordenou 'euforia comedida'

Em entrevista no Palácio do Planalto, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse que o governo está muito satisfeito com o resultado do PIB em 2007, que alcançou 5,4%, e apostou que o Brasil tem condições de crescer ainda mais nos próximos anos. Paulo Bernardo disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também comemorou os dados, mas ordenou uma "euforia comedida".

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