Que futuro sabemos imaginar? Essa é a incômoda pergunta que o EPPGG Pedro Assumpção Alves coloca em seu texto publicado no Contexto Brasil. Para ele, temos desaprendido a projetar futuros que proponham saídas para os dilemas do presente – a distopia substituindo a utopia: “A distopia se tornou o exercício corriqueiro de construção de futuros. Uma das razões para esta preponderância parece estar no fato de que a distopia não precisa romper com o presente. Basta intensificá-lo. A vigilância já existe; amplia-se sua escala. A desigualdade já existe; radicalizam-se seus efeitos. A crise climática já começou; aceleram-se suas consequências”.
Read More