Após voltar a figurar no Mapa da Fome da ONU no recorte entre 2018 e 2020, o resultado positivo dos últimos anos, no Brasil, é consequência de uma série de políticas públicas construídas e reconstruídas para enfrentar a questão de modo efetivo. Um conjunto de pessoas está por trás dessas iniciativas. Entre elas, a EPPGG Lilian Rahal, secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional no Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).
Read MoreA saída do Brasil do Mapa da Fome da ONU, anunciada nesta segunda (28), chama a atenção devido ao curto tempo em que foi alcançada, posto que em 2022 a situação brasileira ainda era considerada crítica. A conquista é resultado de políticas públicas articuladas e mostra que com vontade política é possível avançar.
Read MoreA experiência brasileira de combate à insegurança alimentar é um exemplo para o mundo até mesmo no seu desmonte: ela nos ensina que não podemos descuidar da pobreza e da fome jamais. Seis anos de governos que não trabalharam para tratar a questão de maneira firme comprometeram um trabalho árduo, de mais de 35 anos, e nos trouxeram de volta ao Mapa da Fome das Nações Unidas, de onde tínhamos saído entre 2015 e 2018. Um trabalho contínuo, iniciado com a Constituição de 1988, quando um conjunto de políticas de proteção social começou a ser posto em prática e que fez do Brasil um celeiro de políticas bem-sucedidas de combate à fome e à pobreza com ativa participação da sociedade civil.
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