Estudo da EPPGG Liliane Bernardes, que atua na Diretoria de Estudos e Políticas Sociais (Disoc) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), aponta que projetos de lei a respeito do autismo têm crescido em ritmo mais acelerado do que o total geral de proposições no Brasil. Em 2015, as propostas sobre autismo representavam apenas 0,04% do total de projetos apresentados na Câmara dos Deputados; o percentual aumenta para 3,24% em 2025. O estudo tem coautoria de Ricardo Lugon Arantes, pesquisador e pós-doutorando no Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (UFBA).
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