ANESP reúne análises sobre temas estratégicos para o Brasil nas eleições de 2026

Quais são os principais desafios em debate nas eleições de 2026? E como políticas e serviços públicos qualificados podem contribuir para a construção de soluções para os problemas do País?

A partir dessas questões, a ANESP reuniu na publicação “Um Estado para o Futuro: temas estratégicos para o Brasil nas eleições de 2026” artigos produzidos por Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGGs) de diferentes turmas e gerações da carreira. Os textos, publicados originalmente entre agosto e setembro de 2026, abordam temas que ocupam espaço relevante na agenda pública e eleitoral brasileira.

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A iniciativa busca estimular a contribuição de EPPGGs ao debate público a partir de suas experiências e conhecimentos sobre formulação, implementação e gestão de políticas públicas.

“A carreira de EPPGG tem um ativo importante, que é justamente a capacidade de produzir estudos e análises sobre diferentes áreas, combinando conhecimento técnico e experiência acumulada na gestão pública. Levar esse conhecimento para o debate coletivo é uma forma de aproximar a experiência concreta das políticas públicas das discussões sobre os caminhos que o País pode seguir”, afirma o presidente da ANESP, Daniel Pitangueira de Avelino.

Temas estratégicos

A publicação reúne reflexões sobre desinformação, vacinação, políticas para mulheres, enfrentamento ao racismo, jornada de trabalho, trabalho por plataformas, apostas esportivas e minerais críticos e estratégicos.

Antônio de P. de L. Brito aborda a circulação de fake news e o custo coletivo da desinformação. O artigo chama atenção para o impacto de boatos e mentiras sobre a capacidade de políticas públicas de produzir resultados, considerando que sua efetividade depende não apenas de leis, orçamento e equipes, mas também de compreensão, adesão e confiança da sociedade.

Claudio Maierovitch analisa a importância do Programa Nacional de Imunizações (PNI) diante do ressurgimento de discursos negacionistas e antivacina, destacando a trajetória e a dimensão do programa brasileiro.

As políticas para mulheres são tema do artigo de Elizabeth Hernandes, que analisa os planos de governo de candidaturas à Presidência da República a partir das propostas voltadas à população feminina e ao enfrentamento da violência contra as mulheres.

Maria Aparecida Chagas discute o enfrentamento ao racismo no serviço público e a importância de uma burocracia representativa. A ideia de um Estado com a “cara do Brasil” é apresentada como uma questão institucional, relacionada à capacidade das instituições públicas de compreender e responder a uma sociedade marcada por diferentes experiências, identidades e trajetórias.

A redução da jornada de trabalho e a escala 6x1 são discutidas por Gustavo Jorge Silva, que articula dados e experiências pessoais para tratar da democratização do tempo e das condições de trabalho no País.

Rafael Molina Vita aborda os custos sociais do trabalho por plataformas, com atenção aos impactos sobre os sistemas de saúde e previdência social. O artigo discute situações como acidentes envolvendo motociclistas e a insuficiência de cobertura previdenciária para trabalhadores de aplicativos.

As apostas esportivas e seus impactos sobre o endividamento das famílias são analisados por Paulo Kliass, que discute as propostas apresentadas no debate eleitoral sobre as bets e as consequências sociais associadas à expansão desse mercado.

Por fim, Rafael Leão trata da disputa geopolítica em torno das terras-raras e da posição brasileira nesse cenário. O artigo relaciona a discussão sobre minerais críticos e estratégicos ao processo de desindustrialização da economia brasileira e aos desafios para a atração e viabilização de novos empreendimentos.

Contribuição da carreira ao debate público

Para Daniel Avelino, a publicação também evidencia a diversidade de conhecimentos acumulados na carreira de EPPGG e sua contribuição para a discussão sobre os desafios do País.

“Um Estado para o Futuro” parte de problemas concretos e busca discutir caminhos possíveis para enfrentá-los, tomando como referência dados, evidências, políticas públicas e serviços que já foram experimentados e que podem ser aperfeiçoados. É uma contribuição da ANESP para um debate eleitoral qualificado, que considere não apenas propostas, mas também a capacidade do Estado de transformá-las em políticas públicas e garantir direitos.”

Ao reunir diferentes perspectivas e áreas de especialização, a publicação busca contribuir para uma reflexão qualificada sobre agendas que estarão no centro do debate eleitoral de 2026 e sobre os possíveis impactos de diferentes escolhas políticas na atuação do Estado.

“Nosso objetivo é ampliar a circulação de conhecimento sobre políticas públicas e aproximar a experiência de quem atua diretamente na gestão pública das discussões sobre o futuro do Brasil. Esperamos que a publicação ajude a estimular um debate democrático, informado e atento aos desafios concretos enfrentados pela sociedade”, conclui o presidente da ANESP.

Temas estratégicos

A publicação reúne reflexões sobre desinformação, vacinação, políticas para mulheres, enfrentamento ao racismo, jornada de trabalho, trabalho por plataformas, apostas esportivas e minerais críticos e estratégicos.

Antônio de P. de L. Brito aborda a circulação de fake news e o custo coletivo da desinformação. O artigo chama atenção para o impacto de boatos e mentiras sobre a capacidade de políticas públicas de produzir resultados, considerando que sua efetividade depende não apenas de leis, orçamento e equipes, mas também de compreensão, adesão e confiança da sociedade.

Claudio Maierovitch analisa a importância do Programa Nacional de Imunizações (PNI) diante do ressurgimento de discursos negacionistas e antivacina, destacando a trajetória e a dimensão do programa brasileiro.

As políticas para mulheres são tema do artigo de Elizabeth Hernandes, que analisa os planos de governo de candidaturas à Presidência da República a partir das propostas voltadas à população feminina e ao enfrentamento da violência contra as mulheres.

Maria Aparecida Chagas discute o enfrentamento ao racismo no serviço público e a importância de uma burocracia representativa. A ideia de um Estado com a “cara do Brasil” é apresentada como uma questão institucional, relacionada à capacidade das instituições públicas de compreender e responder a uma sociedade marcada por diferentes experiências, identidades e trajetórias.

A redução da jornada de trabalho e a escala 6x1 são discutidas por Gustavo Jorge Silva, que articula dados e experiências pessoais para tratar da democratização do tempo e das condições de trabalho no País.

Rafael Molina Vita aborda os custos sociais do trabalho por plataformas, com atenção aos impactos sobre os sistemas de saúde e previdência social. O artigo discute situações como acidentes envolvendo motociclistas e a insuficiência de cobertura previdenciária para trabalhadores de aplicativos.

As apostas esportivas e seus impactos sobre o endividamento das famílias são analisados por Paulo Kliass, que discute as propostas apresentadas no debate eleitoral sobre as bets e as consequências sociais associadas à expansão desse mercado.

Por fim, Rafael Leão trata da disputa geopolítica em torno das terras-raras e da posição brasileira nesse cenário. O artigo relaciona a discussão sobre minerais críticos e estratégicos ao processo de desindustrialização da economia brasileira e aos desafios para a atração e viabilização de novos empreendimentos.

Contribuição da carreira ao debate público

Para Daniel Avelino, a publicação também evidencia a diversidade de conhecimentos acumulados na carreira de EPPGG e sua contribuição para a discussão sobre os desafios do País.

“Um Estado para o Futuro” parte de problemas concretos e busca discutir caminhos possíveis para enfrentá-los, tomando como referência dados, evidências, políticas públicas e serviços que já foram experimentados e que podem ser aperfeiçoados. É uma contribuição da ANESP para um debate eleitoral qualificado, que considere não apenas propostas, mas também a capacidade do Estado de transformá-las em políticas públicas e garantir direitos.”

Ao reunir diferentes perspectivas e áreas de especialização, a publicação busca contribuir para uma reflexão qualificada sobre agendas que estarão no centro do debate eleitoral de 2026 e sobre os possíveis impactos de diferentes escolhas políticas na atuação do Estado.

“Nosso objetivo é ampliar a circulação de conhecimento sobre políticas públicas e aproximar a experiência de quem atua diretamente na gestão pública das discussões sobre o futuro do Brasil. Esperamos que a publicação ajude a estimular um debate democrático, informado e atento aos desafios concretos enfrentados pela sociedade”, conclui o presidente da ANESP.


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