Filha de dona de casa e de pedreiro, Maria Beatriz Nascimento – mulher negra de Sergipe – migrou ainda jovem, aos 7 anos, para o Rio de Janeiro. A viagem foi de barco, partindo de Salvador; o destino: Cordovil, Zona da Leopoldina, onde chegou em 1949. Um par de anos à frente, a jovem iniciaria o curso de História na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e, em 1981, concluiria a pós-graduação na área. Tornou-se autora de obras importantes, debatendo conceitos como os de quilombo, raça, racismo e sexismo.
Read MoreNeste dia 25 de julho, a ANESP se une à celebração do Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, reafirmando o compromisso com lutas históricas e a construção de futuros possíveis.
Read MoreA luta e a resistência celebradas hoje, 25 de julho, Dia da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha, também passam por conquistas na forma de políticas públicas. Políticas desenhadas para enfrentar o racismo, o sexismo, o colonialismo e todas as formas de opressão.
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