Conselho de Ética não vê infrações em entrevista concedida pelo Presidente da ANESP ao Correio Braziliense

Ricardo Vidal, Andrei Soares e Estela Medeiros compõem o Conselho de Ética. Foto: Filipe Calmon / ANESP

Ricardo Vidal, Andrei Soares e Estela Medeiros compõem o Conselho de Ética. Foto: Filipe Calmon / ANESP

O Conselho de Ética da Associação Nacional dos Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental (ANESP) considerou por consenso não ter havido má fé ou qualquer infração às disposições da Assembleia Geral ou do estatuto por parte do Presidente da Associação, Alex Canuto, no caso das declarações publicadas no jornal Correio Braziliense a respeito da criação de carreira própria para o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). As conclusões do Conselho foram apresentadas na última sexta-feira (17),  em Assembleia Geral Extraordinária realizada no auditório maior do edifício sede do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Além da absolvição do Presidente Alex Canuto, o Conselho de Ética recomendou ainda em seu parecer que todos os Presidentes da ANESP, incluindo o atual e os futuros, recebam curso de Media Training, no sentido de auxiliá-los no relacionamento com a imprensa e na tarefa de distinguir com clareza posições individuais de posições institucionais.

Após apresentado o parecer pelo Conselho de Ética, a assembleia se manifestou, tecendo comentários, e o associado Valmir Dantas propôs uma moção de Censura ao Presidente Alex Canuto. Concluídas as manifestações, o Conselho submeteu o caso a votação, e a proposta de absolvição do Presidente obteve maioria ampla, com 10 votos, enquanto a moção de Censura contou com dois votos. Houve ainda duas abstenções.

Clique aqui e confira a íntegra do parecer (documento restrito a associados).