A primeira edição do IntegrANESP reuniu associadas e associados e suas famílias em uma tarde dedicada à confraternização e ao fortalecimento dos vínculos entre integrantes da carreira.
ANESP lança a série de artigos “Um Estado para o Futuro”, que reunirá reflexões de EPPGGs sobre temas estratégicos para o debate eleitoral brasileiro, a partir de uma perspectiva de defesa e fortalecimento dos serviços públicos e da democracia.
Elisandra Paiva Rodrigues, gestora governamental de Pernambuco e integrante do Sindgestor/PE, assume a presidência para o período 2026-2028, tendo Daniel Pitangueira de Avelino, presidente da ANESP, como primeiro vice-presidente.
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A ANESP realizou, em 1º de agosto, a segunda Assembleia Geral Ordinária do ano, em formato híbrido, com participação de mais de 80 associados, de forma virtual e presencial, em Brasília.
Que futuro sabemos imaginar? Essa é a incômoda pergunta que o EPPGG Pedro Assumpção Alves coloca em seu texto publicado no Contexto Brasil. Para ele, temos desaprendido a projetar futuros que proponham saídas para os dilemas do presente – a distopia substituindo a utopia: “A distopia se tornou o exercício corriqueiro de construção de futuros. Uma das razões para esta preponderância parece estar no fato de que a distopia não precisa romper com o presente. Basta intensificá-lo. A vigilância já existe; amplia-se sua escala. A desigualdade já existe; radicalizam-se seus efeitos. A crise climática já começou; aceleram-se suas consequências”.
A Escola Nacional de Administração Pública (Enap) publicou os editais dos processos seletivos para novas turmas de três programas de pós-graduação stricto sensu profissionais. Ao todo, são até 65 vagas para mestrado e doutorado nas áreas de políticas públicas, governança, desenvolvimento, avaliação e monitoramento.
Em artigo publicado no JOTA, o EPPGG Pedro Assumpção Alves – em coautoria com José Celso Cardoso Jr. – discute as conexões, expostas no caso do Banco Master, entre o mercado financeiro e grupos de mídia no Brasil. Além disso, a partir de investigações da Polícia Federal sobre possíveis vínculos societários e pagamentos do banqueiro Daniel Vorcaro a grupos de mídia para obter conteúdos favoráveis e influência sobre a informação, Alves e Cardoso Jr. afirmam ser necessário o reexame dos discursos, bastante difundidos nos meios de comunicação, sobre o fiscalismo.
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Que futuro sabemos imaginar? Essa é a incômoda pergunta que o EPPGG Pedro Assumpção Alves coloca em seu texto publicado no Contexto Brasil. Para ele, temos desaprendido a projetar futuros que proponham saídas para os dilemas do presente – a distopia substituindo a utopia: “A distopia se tornou o exercício corriqueiro de construção de futuros. Uma das razões para esta preponderância parece estar no fato de que a distopia não precisa romper com o presente. Basta intensificá-lo. A vigilância já existe; amplia-se sua escala. A desigualdade já existe; radicalizam-se seus efeitos. A crise climática já começou; aceleram-se suas consequências”.
Em artigo publicado no JOTA, o EPPGG Pedro Assumpção Alves – em coautoria com José Celso Cardoso Jr. – discute as conexões, expostas no caso do Banco Master, entre o mercado financeiro e grupos de mídia no Brasil. Além disso, a partir de investigações da Polícia Federal sobre possíveis vínculos societários e pagamentos do banqueiro Daniel Vorcaro a grupos de mídia para obter conteúdos favoráveis e influência sobre a informação, Alves e Cardoso Jr. afirmam ser necessário o reexame dos discursos, bastante difundidos nos meios de comunicação, sobre o fiscalismo.
Diante do que ora se chama guerra e ora epidemia, é importante observar o que os programas de governo dos candidatos à Presidência da República trazem acerca do assunto violência contra mulheres. Aqui apresento um breve apanhado, baseado em dados divulgados na imprensa ou no endereço eletrônico do TSE. Não se faz juízo de valor em relação a nomes ou partidos, apenas se analisa o conteúdo das propostas contidas nos programas de governo.
Em conversa com a ANESP, a EPPGG Lilian Rahal falou sobre o enfrentamento à fome no Brasil. “É um período de retomada das políticas públicas de segurança alimentar e nutricional e de um modelo bem sucedido que o Brasil mostra para o mundo – de desenho, coordenação e implementação de políticas que têm resultados efetivos na garantia da segurança alimentar e nutricional da nossa população”, afirma.
A questão climática vai além da temática ambiental: envolve justiça social e econômica, saúde, cidades resilientes. Problema de natureza transversal, a crise do clima dialoga diretamente com a lógica de atuação da carreira de EPPGG. Essa é a avaliação de Aloisio Melo, EPPGG que atua como secretário Nacional de Mudança do Clima no Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).
A ANESP realizou no sábado, dia 1º de agosto de 2026, a segunda Assembleia Geral Ordinária do ano, em formato híbrido, com participação de mais de 80 associados, de forma virtual (pela plataforma Zoom) e presencial, no Cozinhas da Terra, em Brasília.
A ANESP
Fundada em 10 de maio de 1989, a ANESP é uma entidade democrática, independente, sem caráter político partidário ou religioso, que congrega e representa os Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGGs) e tem entre seus objetivos defender o aperfeiçoamento da gestão pública e da formulação, implementação e avaliação de políticas públicas, promovendo, inclusive, estudos, pesquisas, ações de advocacy e eventos que contribuam com essas finalidades.