A primeira edição do IntegrANESP reuniu associadas e associados e suas famílias em uma tarde dedicada à confraternização e ao fortalecimento dos vínculos entre integrantes da carreira.
ANESP lança a série de artigos “Um Estado para o Futuro”, que reunirá reflexões de EPPGGs sobre temas estratégicos para o debate eleitoral brasileiro, a partir de uma perspectiva de defesa e fortalecimento dos serviços públicos e da democracia.
Elisandra Paiva Rodrigues, gestora governamental de Pernambuco e integrante do Sindgestor/PE, assume a presidência para o período 2026-2028, tendo Daniel Pitangueira de Avelino, presidente da ANESP, como primeiro vice-presidente.
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A ANESP realizou, em 1º de agosto, a segunda Assembleia Geral Ordinária do ano, em formato híbrido, com participação de mais de 80 associados, de forma virtual e presencial, em Brasília.
Diante do que ora se chama guerra e ora epidemia, é importante observar o que os programas de governo dos candidatos à Presidência da República trazem acerca do assunto violência contra mulheres. Aqui apresento um breve apanhado, baseado em dados divulgados na imprensa ou no endereço eletrônico do TSE. Não se faz juízo de valor em relação a nomes ou partidos, apenas se analisa o conteúdo das propostas contidas nos programas de governo.
É por isso que enfrentar o racismo é também fortalecer o Estado. E quando isso significa ampliar a capacidade estatal de garantir direitos, representar a diversidade e responder de forma equitativa à sociedade, é também fortalecer a democracia. A democracia, afinal, não se realiza somente quando o cidadão vota. É nas eleições que decidimos apoiar projetos comprometidos, ou não, com a democracia em seu sentido substantivo, reconhecendo os cidadãos como membros plenos de uma comunidade. Mas a democracia se realiza também quando esse cidadão encontra no Estado uma instituição que reconhece sua existência, garante seus direitos e oferece serviços públicos capazes de transformar a igualdade formal em igualdade efetiva.
O EPPGG Dermeval da Silva Jr. realizou uma ampla análise dos planos de governo dos candidatos à Presidência da República, publicada na página do Observatório das Eleições no Medium. O intuito é auxiliar os eleitores na decisão de seus votos – no pleito deste ano, estão em disputa 1.654 cargos, sendo 568 em nível federal, e cada eleitor votará em seis candidatos: presidente da República, dois senadores, deputado federal, governador e deputado estadual.
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Diante do que ora se chama guerra e ora epidemia, é importante observar o que os programas de governo dos candidatos à Presidência da República trazem acerca do assunto violência contra mulheres. Aqui apresento um breve apanhado, baseado em dados divulgados na imprensa ou no endereço eletrônico do TSE. Não se faz juízo de valor em relação a nomes ou partidos, apenas se analisa o conteúdo das propostas contidas nos programas de governo.
É por isso que enfrentar o racismo é também fortalecer o Estado. E quando isso significa ampliar a capacidade estatal de garantir direitos, representar a diversidade e responder de forma equitativa à sociedade, é também fortalecer a democracia. A democracia, afinal, não se realiza somente quando o cidadão vota. É nas eleições que decidimos apoiar projetos comprometidos, ou não, com a democracia em seu sentido substantivo, reconhecendo os cidadãos como membros plenos de uma comunidade. Mas a democracia se realiza também quando esse cidadão encontra no Estado uma instituição que reconhece sua existência, garante seus direitos e oferece serviços públicos capazes de transformar a igualdade formal em igualdade efetiva.
O EPPGG Dermeval da Silva Jr. realizou uma ampla análise dos planos de governo dos candidatos à Presidência da República, publicada na página do Observatório das Eleições no Medium. O intuito é auxiliar os eleitores na decisão de seus votos – no pleito deste ano, estão em disputa 1.654 cargos, sendo 568 em nível federal, e cada eleitor votará em seis candidatos: presidente da República, dois senadores, deputado federal, governador e deputado estadual.
Em conversa com a ANESP, a EPPGG Lilian Rahal falou sobre o enfrentamento à fome no Brasil. “É um período de retomada das políticas públicas de segurança alimentar e nutricional e de um modelo bem sucedido que o Brasil mostra para o mundo – de desenho, coordenação e implementação de políticas que têm resultados efetivos na garantia da segurança alimentar e nutricional da nossa população”, afirma.
A questão climática vai além da temática ambiental: envolve justiça social e econômica, saúde, cidades resilientes. Problema de natureza transversal, a crise do clima dialoga diretamente com a lógica de atuação da carreira de EPPGG. Essa é a avaliação de Aloisio Melo, EPPGG que atua como secretário Nacional de Mudança do Clima no Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).
A ANESP realizou no sábado, dia 1º de agosto de 2026, a segunda Assembleia Geral Ordinária do ano, em formato híbrido, com participação de mais de 80 associados, de forma virtual (pela plataforma Zoom) e presencial, no Cozinhas da Terra, em Brasília.
A ANESP
Fundada em 10 de maio de 1989, a ANESP é uma entidade democrática, independente, sem caráter político partidário ou religioso, que congrega e representa os Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGGs) e tem entre seus objetivos defender o aperfeiçoamento da gestão pública e da formulação, implementação e avaliação de políticas públicas, promovendo, inclusive, estudos, pesquisas, ações de advocacy e eventos que contribuam com essas finalidades.