A primeira edição do IntegrANESP reuniu associadas e associados e suas famílias em uma tarde dedicada à confraternização e ao fortalecimento dos vínculos entre integrantes da carreira.
ANESP lança a série de artigos “Um Estado para o Futuro”, que reunirá reflexões de EPPGGs sobre temas estratégicos para o debate eleitoral brasileiro, a partir de uma perspectiva de defesa e fortalecimento dos serviços públicos e da democracia.
Elisandra Paiva Rodrigues, gestora governamental de Pernambuco e integrante do Sindgestor/PE, assume a presidência para o período 2026-2028, tendo Daniel Pitangueira de Avelino, presidente da ANESP, como primeiro vice-presidente.
Participe da consulta permanente da ANESP e ajude a aprimorar sua atuação em alinhamento com iniciativas às demandas da carreira. Dinâmica e contínua, é possível acessar o formulário a qualquer momento.
A ANESP realizou, em 1º de agosto, a segunda Assembleia Geral Ordinária do ano, em formato híbrido, com participação de mais de 80 associados, de forma virtual e presencial, em Brasília.
Quais são os principais desafios em debate nas eleições de 2026? E como políticas e serviços públicos qualificados podem contribuir para a construção de soluções para os problemas do País? A partir dessas questões, a ANESP reuniu na publicação “Um Estado para o Futuro: temas estratégicos para o Brasil nas eleições de 2026” artigos produzidos por Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGGs) de diferentes turmas e gerações da carreira. Os textos, publicados originalmente entre agosto e setembro de 2026, abordam temas que ocupam espaço relevante na agenda pública e eleitoral brasileira.
Que futuro sabemos imaginar? Essa é a incômoda pergunta que o EPPGG Pedro Assumpção Alves coloca em seu texto publicado no Contexto Brasil. Para ele, temos desaprendido a projetar futuros que proponham saídas para os dilemas do presente – a distopia substituindo a utopia: “A distopia se tornou o exercício corriqueiro de construção de futuros. Uma das razões para esta preponderância parece estar no fato de que a distopia não precisa romper com o presente. Basta intensificá-lo. A vigilância já existe; amplia-se sua escala. A desigualdade já existe; radicalizam-se seus efeitos. A crise climática já começou; aceleram-se suas consequências”.
A Escola Nacional de Administração Pública (Enap) publicou os editais dos processos seletivos para novas turmas de três programas de pós-graduação stricto sensu profissionais. Ao todo, são até 65 vagas para mestrado e doutorado nas áreas de políticas públicas, governança, desenvolvimento, avaliação e monitoramento.
DEBATES
PUBLICAÇÕES
Quais são os principais desafios em debate nas eleições de 2026? E como políticas e serviços públicos qualificados podem contribuir para a construção de soluções para os problemas do País? A partir dessas questões, a ANESP reuniu na publicação “Um Estado para o Futuro: temas estratégicos para o Brasil nas eleições de 2026” artigos produzidos por Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGGs) de diferentes turmas e gerações da carreira. Os textos, publicados originalmente entre agosto e setembro de 2026, abordam temas que ocupam espaço relevante na agenda pública e eleitoral brasileira.
Que futuro sabemos imaginar? Essa é a incômoda pergunta que o EPPGG Pedro Assumpção Alves coloca em seu texto publicado no Contexto Brasil. Para ele, temos desaprendido a projetar futuros que proponham saídas para os dilemas do presente – a distopia substituindo a utopia: “A distopia se tornou o exercício corriqueiro de construção de futuros. Uma das razões para esta preponderância parece estar no fato de que a distopia não precisa romper com o presente. Basta intensificá-lo. A vigilância já existe; amplia-se sua escala. A desigualdade já existe; radicalizam-se seus efeitos. A crise climática já começou; aceleram-se suas consequências”.
Em artigo publicado no JOTA, o EPPGG Pedro Assumpção Alves – em coautoria com José Celso Cardoso Jr. – discute as conexões, expostas no caso do Banco Master, entre o mercado financeiro e grupos de mídia no Brasil. Além disso, a partir de investigações da Polícia Federal sobre possíveis vínculos societários e pagamentos do banqueiro Daniel Vorcaro a grupos de mídia para obter conteúdos favoráveis e influência sobre a informação, Alves e Cardoso Jr. afirmam ser necessário o reexame dos discursos, bastante difundidos nos meios de comunicação, sobre o fiscalismo.
Em conversa com a ANESP, a EPPGG Lilian Rahal falou sobre o enfrentamento à fome no Brasil. “É um período de retomada das políticas públicas de segurança alimentar e nutricional e de um modelo bem sucedido que o Brasil mostra para o mundo – de desenho, coordenação e implementação de políticas que têm resultados efetivos na garantia da segurança alimentar e nutricional da nossa população”, afirma.
A questão climática vai além da temática ambiental: envolve justiça social e econômica, saúde, cidades resilientes. Problema de natureza transversal, a crise do clima dialoga diretamente com a lógica de atuação da carreira de EPPGG. Essa é a avaliação de Aloisio Melo, EPPGG que atua como secretário Nacional de Mudança do Clima no Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).
A ANESP realizou no sábado, dia 1º de agosto de 2026, a segunda Assembleia Geral Ordinária do ano, em formato híbrido, com participação de mais de 80 associados, de forma virtual (pela plataforma Zoom) e presencial, no Cozinhas da Terra, em Brasília.
A ANESP
Fundada em 10 de maio de 1989, a ANESP é uma entidade democrática, independente, sem caráter político partidário ou religioso, que congrega e representa os Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGGs) e tem entre seus objetivos defender o aperfeiçoamento da gestão pública e da formulação, implementação e avaliação de políticas públicas, promovendo, inclusive, estudos, pesquisas, ações de advocacy e eventos que contribuam com essas finalidades.