A primeira edição do IntegrANESP reuniu associadas e associados e suas famílias em uma tarde dedicada à confraternização e ao fortalecimento dos vínculos entre integrantes da carreira.
ANESP lança a série de artigos “Um Estado para o Futuro”, que reunirá reflexões de EPPGGs sobre temas estratégicos para o debate eleitoral brasileiro, a partir de uma perspectiva de defesa e fortalecimento dos serviços públicos e da democracia.
Elisandra Paiva Rodrigues, gestora governamental de Pernambuco e integrante do Sindgestor/PE, assume a presidência para o período 2026-2028, tendo Daniel Pitangueira de Avelino, presidente da ANESP, como primeiro vice-presidente.
Participe da consulta permanente da ANESP e ajude a aprimorar sua atuação em alinhamento com iniciativas às demandas da carreira. Dinâmica e contínua, é possível acessar o formulário a qualquer momento.
A ANESP realizou, em 1º de agosto, a segunda Assembleia Geral Ordinária do ano, em formato híbrido, com participação de mais de 80 associados, de forma virtual e presencial, em Brasília.
Uma política pública não se sustenta só em lei, orçamento e equipe; depende também de compreensão, adesão e confiança. A vacinação pelo SUS só cumpre seu papel se as pessoas acreditam que vale a pena se vacinar. O Cadastro Único e programas como o Bolsa Família só chegam a quem precisa se as regras de acesso são conhecidas e confiáveis. Uma resposta a uma emergência sanitária ou climática só funciona se a população segue, no momento certo, as orientações corretas. Quando a informação falsa circula mais rápido que a verdadeira, o custo aparece na ponta: no posto de saúde, na fila, no balcão de quem presta o serviço e de quem o recebe.
Este segue sendo o horizonte da Enap, que, em 2026, completa 40 anos, fiel à missão de qualificar servidoras e servidores e, consequentemente, contribuir para o fortalecimento do serviço público. O presidente da ANESP, Daniel Pitangueira de Avelino, participou do ato que marcou o aniversário da Escola, realizada no último dia 17 de setembro, na sede da Enap, e destaca: “Desde sua criação, a Enap sempre tem sido um centro de circulação de conhecimentos, ideias e valores. A Escola passou por muitas mudanças ao longo do tempo, mas o foco continua o mesmo: as pessoas que fazem o Estado brasileiro.”
O sarampo e outras doenças transmissíveis causam grande preocupação e sofrimento. Várias delas podem ser controladas ou mesmo eliminadas com a utilização de vacinas já disponíveis, ao lado de medidas de contenção amplamente conhecidas pelos profissionais de saúde, como comunicação adequada, isolamento de casos, uso de máscaras e controle de contatos. Para tanto, é fundamental extrair ensinamentos da experiência recente e, nesse aspecto, o contraste apontado nesse texto evidencia que o trabalho desenvolvido no Brasil pode ser tomado como caso de sucesso para inspirar políticas em outros países. Resta valorizar o SUS, o PNI e frear o negacionismo científico que se espalha pelas Américas.
DEBATES
PUBLICAÇÕES
Uma política pública não se sustenta só em lei, orçamento e equipe; depende também de compreensão, adesão e confiança. A vacinação pelo SUS só cumpre seu papel se as pessoas acreditam que vale a pena se vacinar. O Cadastro Único e programas como o Bolsa Família só chegam a quem precisa se as regras de acesso são conhecidas e confiáveis. Uma resposta a uma emergência sanitária ou climática só funciona se a população segue, no momento certo, as orientações corretas. Quando a informação falsa circula mais rápido que a verdadeira, o custo aparece na ponta: no posto de saúde, na fila, no balcão de quem presta o serviço e de quem o recebe.
O sarampo e outras doenças transmissíveis causam grande preocupação e sofrimento. Várias delas podem ser controladas ou mesmo eliminadas com a utilização de vacinas já disponíveis, ao lado de medidas de contenção amplamente conhecidas pelos profissionais de saúde, como comunicação adequada, isolamento de casos, uso de máscaras e controle de contatos. Para tanto, é fundamental extrair ensinamentos da experiência recente e, nesse aspecto, o contraste apontado nesse texto evidencia que o trabalho desenvolvido no Brasil pode ser tomado como caso de sucesso para inspirar políticas em outros países. Resta valorizar o SUS, o PNI e frear o negacionismo científico que se espalha pelas Américas.
Até 2025, a imensa maioria do povo brasileiro jamais havia escutado o termo “terras-raras”, introduzido de maneira imprevisível no debate público do país pelo presidente norte-americano Donald Trump, no contexto das sanções tarifárias impostas às exportações de produtos brasileiros aos EUA. O presidente insinuou que esse tema constituiria uma espécie de senha para destravar as negociações que ali se iniciavam e que até hoje, para todos os fins práticos e por razões políticas (e não técnicas), avançaram pouco. Os americanos também usaram o tema num tom mais ameaçador contra os dinamarqueses ao sugerirem que precisariam tomar a Groenlândia para garantir que minerais críticos, dentre eles as terras-raras, não caíssem em “mãos erradas” – chinesas, no caso.
Em conversa com a ANESP, a EPPGG Lilian Rahal falou sobre o enfrentamento à fome no Brasil. “É um período de retomada das políticas públicas de segurança alimentar e nutricional e de um modelo bem sucedido que o Brasil mostra para o mundo – de desenho, coordenação e implementação de políticas que têm resultados efetivos na garantia da segurança alimentar e nutricional da nossa população”, afirma.
A questão climática vai além da temática ambiental: envolve justiça social e econômica, saúde, cidades resilientes. Problema de natureza transversal, a crise do clima dialoga diretamente com a lógica de atuação da carreira de EPPGG. Essa é a avaliação de Aloisio Melo, EPPGG que atua como secretário Nacional de Mudança do Clima no Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).
A ANESP realizou no sábado, dia 1º de agosto de 2026, a segunda Assembleia Geral Ordinária do ano, em formato híbrido, com participação de mais de 80 associados, de forma virtual (pela plataforma Zoom) e presencial, no Cozinhas da Terra, em Brasília.
A ANESP
Fundada em 10 de maio de 1989, a ANESP é uma entidade democrática, independente, sem caráter político partidário ou religioso, que congrega e representa os Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGGs) e tem entre seus objetivos defender o aperfeiçoamento da gestão pública e da formulação, implementação e avaliação de políticas públicas, promovendo, inclusive, estudos, pesquisas, ações de advocacy e eventos que contribuam com essas finalidades.